sábado, 18 de dezembro de 2010

Mi casa, su casa

Em entrevista ao programa matinal da Rádio Bandnews FM, Hortência anunciou o fim da Era Colinas na seleção feminina. O argumento é pra lá de plausível: "A gente queria muito que ele morasse aqui no Brasil, que fizesse o trabalho de ver os jogos, de acompanhar as categorias de base. Infelizmente, por problemas familiares ele não vai poder estar aqui. Então, a gente teve que abrir mão do Colinas".

Na boa, é um baita alento essa declaração de Hortência (mesmo que, no final das contas, até ela se dê conta da besteira que cometeu ao trazer um treinador inexpressivo, confuso e sem absolutamente nada para acrescentar tanto para as atletas quanto para os técnicos daqui). Se por um lado fico um tanto quanto desesperado pela leseira na escolha do novo técnico, fico satisfeito por saber que a diretora do departamento feminino considera fundamental a presença do comandante por aqui diariamente.

Agora eu só espero que a diretora não demore muito para divulgar o novo comandante, que deve estar no país para acompanhar não apenas o segundo turno do Nacional feminino já no começo de 2011, mas principalmente a seleção Sub-19 que disputará o Mundial em 2011 (teremos seleção permanente mesmo, como se vem cogitando?). Espero sinceramente que Hortência não coloque Janeth na função desde já - não pela competência dela, mas sim por uma natural falta de experiência da ex-jogadora e para que etapas não sejam queimadas. Gosto do nome de Tom Maher, ex-Austrália, e queria saber, na caixinha, qual o nome vocês, leitores, sugerem para o cargo.

27 comentários:

Beatriz Pantaleão disse...

Meu nome, óbvio! hahahahaha
A gnt tem pouca opção hein! Ou nenhuma!!! ;d

Anônimo disse...

Essa seleção permanente é sério mesmo, vão convocar 25 meninas.

Anônimo disse...

VENDRAMINI MELHOR NOME PARA ASSUMIR A SELEÇÃO.

Anônimo disse...

Tarallo !!! esse é o cara. As competições (mundial sub 19, pré olímpico e panamericano) são muito próximas, pra que dois técnicos? O Tarallo terá ja no primeiro semestre a boa equipe de 19 anos (Damiris, Tassia, Joice). poderíamos concentrar as seleções em Jundiaí... e olha que legal todo mundo perto e a comissão técnica trabalhando com o presente e o futuro integrados. Não me chamem de maluco ou coisa parecida, mas seria sim uma mudança na forma de trabalhar com as seleções. E para os críticos (são muitos) teriam a prova do que o Tarallo é capaz.

rick disse...

Gostei da ideia do anonimo acima.

Anônimo disse...

O 8.º lugar no Mundial sub-21 em 2007 e o 9.º lugar no Mundial sub-19 em 2009 já atestaram a capacidade do Tarallo. Precisamos de um treinador acima de qualquer suspeitas e de incompetência inquestionável. O que não é o caso dessa pessoa.

Helton disse...

No Brasil eu apostava em Vendramini.

estrangeiro gosto do australiano Tom Maher ou a americana Nell Fortner campeã mundial 98 e olimpica 2000.

Anônimo disse...

Na minha opinião ela contrava o Tom Maher - que está desempregado - ou voltava com o Bassul, apesar dos pesares com IziLOUCA.

Anônimo disse...

A técnica do Atlanta Dream Marinell Meadors é excelente, gosto muito das rotações que ela faz na equipe, tem experiência na seleção americana e conhece muito bem a Iziane e a Erika e vice-versa. A Janeth, com vários anos de WNBA pode ser uma intérprete perfeita das instruções da treiandora para as outras atletas que não entendem inglês.

Anônimo disse...

Tom Maher e um porre.

Anônimo disse...

Tarallo.....kkkkkkk.Brincadeira tem hora.....kkkkkkkk.Só faltava.

Anônimo disse...

Edson Ferreto, the legend.

Anônimo disse...

Na boa, a Hortência não deveria ter falado por conta da posição que ela ocupa, mas é a mais pura verdade: os treinadores brasileiros são muito ultrapassados, vejam os nomes que surgem: Vendramini, Ferreto, Laís, não dá né?

O basquete mudou e eles continuam atuando como a 20 anos atrás.

Tarallo e o Boracha não conseguiram fazer bons trabalhos nem mesmo nas seleções de base, trezê-los para o adulto seria suicídio.

O Bassul que era considerado um técnico atualizado, estudioso, teve a chance dele e não fez um bom trabalho, não adianta ser bom técnico no papel, tem que mostrar na prática.

O Zanon e o Ubiratan se fossem técnicos fantásticos não teriam deixado que eles saíssem do masculino.

Na boa, no Brasil não tem ninguém que realmente a gente possa dizer "esse é o cara" para a seleção brasileira.

Melhor buscarmos nos Estados Unidos ou na Austrália, além da escola ser semelhante à brasileira, existem vários treinadores capacitados, atualizados e com bom currículo.

Anônimo disse...

lógico que tem de dar oportunidade ao Miguel Angelo e sua comissão técnica. Oque você acha Bala?

Anônimo disse...

De acordo com a quantidade de técnicos licenciados pela FIBA, realmente temos mais opções nos Estados Unidos e na Austrália, do que no Brasil.



94 opções dos USA:


http://coachinglibrary.fiba.com/pages/eng/cl/FIBACoaches/p/z//q/-/peid//iocc/USA/coach_search.html

54 opções da Austrália:

http://coachinglibrary.fiba.com/pages/eng/cl/FIBACoaches/p/iocc/AUS/peid/19944/q//z//coach_search.html


15 opções do Brasil:


http://coachinglibrary.fiba.com/pages/eng/cl/FIBACoaches/p/z//q/-/peid//iocc/BRA/coach_search.html

Anônimo disse...

Anonimo das 14:55.Voce só pode achar que entende muito de basquete
Todos os técnicos que atuam no
basquete feminino têm condições de
sobra para serem tecnicos da sele-
ção.Sera que vamos inventar de no-
vo? Ja não aprendemos com a experiencia do Colinas?Ele falava
espanhol e não conseguiu passar
nada para as meninas.Imaginem um
técnico falando ingles e levando
de 4 a 5 meses para conhecer a
caracteristica de cada menina.
Ja passou da hora de dar sujestões
descabidas.Deixem a Hortencia
trabalhar em paz.Quem sabe assim
ela vai saber escolher melhor.

Anônimo disse...

Tom Maher:

http://www.basketball.net.au/index.php?id=932

Anônimo disse...

Anônimo das 15:39,


O Colinas fez um péssimo trabalho e o Rubén Magnano está fazendo um trabalho excelente. O erro não foi o fato da Hortência ter trazido um estrangeiro, mas sim, um treinador inexperiente, óbvio que não basta ser estrangeiro, é necessário ter currículo, não acredito que o idioma seja empecilho, até porque a grande maioria de nossas atletas já foram treinadas por profissionais que falam os mais diferentes idiomas e o inglês é uma língua universal.

Quanto aos treinadores brasileiros, lamento muito ter apresentado esse panorama, mas o que não adianta é tampar o sol com a peneira.

Precisamos de um treinador de competência inquestionável e começar o trabalho o mais rápido possível.

Anônimo disse...

E quem você sugere, anônimo das 15:39?

fábio balassiano disse...

Miguel é campeão mundial, sempre terá credito.

Abs, fabio

Ramona, a Glam disse...

Tom Maher fez milagres nas seleções da China e da Nova Zelândia. Por que não com o Brasil.

Miguel, eu acho questionável. Reconheço os seus créditos em 94/96. Mas ele tinha uma comissão técnica muito boa e que ajudava muito. Além disso, uma Paula que botava ordem na casa. Culpa dele ou não, ele não mostrou muito trabalho depois que deixou a seleção. Como comentarista de basquete mostra pouca ou nenhuma visão tática e muita visão de estatística.

Anônimo disse...

Vai ser difícil a Hortência encontrar um treinador com melhor currículo que o Miguel Angelo (campeão mundial e vice-campeão olímpico), mas a quantos anos ele não treina um equipe de basquete feminino? É mais um treinador desatualizado, infelizmente, mas dentre os brasileiros, não deixa de ser a melhor opção.

Ramona, a Glam disse...

Acho que o Bassul na chance que finalmente teve, errou por confiar cegamente na tática que deu certo no mundial sub-21/2003 e suas jogadoras de confiança se acomodaram.

Apesar disso, acho que foi o melhor técnico que surgiu em terras tupiniquins nos últimos anos. Por ser jovem e pelas suas conquistas, acho que era nele que a Cbb deveria investir e não na Janeth. Não aprovo a Hortência praticamente fechar as portas da CBB para ele. Estamos jogando fora um bom técnico.

Anônimo disse...

Fabio, a Hortência disse que tem uma lista de treinadores para escolher. Se você tivesse uma lista para sugerir, quem estaria nela?

Anônimo disse...

Miguel??

Olhem a realidade de hoje!!
Com aquele time era só não atrapalhar. Mas parabéns a ele que teve coragem pra não se impor, quem sabe se isso tivesse acontecido não teríamos conquistado o titulo.

Anônimo disse...

Como ter um ótimos técnicos de basquete feminino se nem times e campeonatos temos?
Culpa de quem?????

Anônimo disse...

acho essa discussao desnecessária nesse momento, pois o mercado está cheio de excelentes profissionais , claro q a maioria extrangeiro e que viriam pelo mesmo dinheiro que se pagou ao Colinas, o problema acho q é outro: pois qualquer profissional decente não irá ceder aos caprichos da Hortência e muito menos aceitar convocação pronta, e é ai que mora o problema.Mas pelo menos, uma parte da m. já foi resolvida c a saida do Colinas,tomara que ela tenha aprendido com isso e tenha mais humildade para trabalhar.