sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Alto-falante

"Nosso trabalho não pode ser voltado somente para os Jogos de Londres, mas pensando nos jovens, na geração que vem em seguida a esta. A Argentina demorou oito anos para atingir este nível, estamos trabalhando no Brasil há um mês e meio"

A declaração é de Fernando Duró (foto), assistente do técnico Rubén Magnano no Mundial da Turquia, à Folha de S. Paulo. De acordo com a publicação, o argentino quer ter mais "poder sobre a base". E você, leitor, o que acha disso?

33 comentários:

jdinis disse...

Eu acho que é isso mesmo, temos que investir na base (eu e todo mundo).

Também acho que o Fernando Duró está "cavando" um contrato permanente (acho justo!). Me parece que só o Magnano está nessa condição, o auxiliar veio só para o Mundial, não é isso?

Por último: temos que acabar com essa coisa de treinos fechados, tempos sem microfone, etc. Uma das missões do Magnano no Brasil deveria ser difundir conhecimento.

PauloRJ disse...

Bala, não adianta só focar na seleção principal...o mais importante para o Brasil voltar a estar na elite do basquete é fazer um bom trabalho de base....

Se ele comandar as seleções de base vai ser muito mais fácil dar oportunidade para os novos talentos que forem surgindo...

Anônimo disse...

Daqui a pouco vai haver uma invasão de argentinos em nosso país.Eu sugiro também que se venham argentinos para tomar conta de toda a CBB,da NBB, das federações, da arbitragem, ou seja que dêem o basquete todo para eles. É lastimável.

Anônimo disse...

Não consigo entender, como a categoria de treinadores (ENT), não se pronuncia, a respeito sobre
a péssima direção técnica do sr. Ruben Magnano. Alguém reparou a posturado sr. Fernando Duró, no jogo contra a Argentina.

Anônimo disse...

Um dado curioso!!

....grandes argentinos (descendentes ou naturalizados) estão entre os melhores jogadores "brasileiros" de todos os tempos: Amaury, Norminha e Karina....

Anônimo disse...

Então vamos lá, por varias veses comentei que o real problema de nosso basquete e a base, não treinamos fundamentos, não lapidamos nossos jogadores tatica e tecnicamente assisto semanalmente a treinos e jogos de cat. de base e adulto, oque vejo e uma piada de mau gosto com nossos garotos e com os adultos também, mas vamos falar da base, e sempre corre, corre, vai, vai, chuta, chuta , postura, postura, insistimos em movimentações sem leitura de jogo, e muitas veses com os jogadores decosta para a bola, defesa o jogadr pergunta-se escreve com z ou com ?, não damos valor a posse da bola e ao controle do jogo.
Como disse, e sempre a mesma historia no final:
- Faltou postura!
- Perdemos no detalhe, nos intantes finais!
- Podiamos jogar ate amanha que não ganhariamos!
E a tal ENT, sabe que e assim, e conevente e pior tuante em tudo isso!
Se o concerto tem que vir de fora, não sei, mas ja esta 23 anos atrasado.

Paulinho disse...

Um trabalho integrado entre a seleção principal e as seleções de base é algo que já deveria estar acontecendo.

Não tem nem que discutir, esse é o único caminho para a renovação gradual dos atletas que estão hoje na seleção adulta.

Além disso, padronizar o trabalho e estilo de jogo em todas as categorias é, obviamente, a opção mais inteligente.

E para aos treinadores nacionalistas é melhor observar e tentar assimilar o máximo possível, pois questionar a competência de um treinador campeão olímpico chega a ser ridículo.

igloureiro disse...

Para mim não ficou claro que eles querem ter o poder sobre as seleções de base... Pode ser encarado como algo que já começou a ser feito, como foi com o Lucas e o Raul, que já treinaram com a seleção principal.

Anônimo disse...

Alias, se estão falando de mudanças so nas cat. de base da seleção, então que va todo mundo penter macaco! e levem a ENT junto.

Anônimo disse...

Igloureiro e Paulinho, trabalhar so nas sel de base não levara a nada, o problema e mais serio, saiam da cadeira e visitem os treinos dos clubes vcs entenderão o que estou escrevendo.

Anônimo disse...

Bom dia a todos:

Caro Fabio:

Sou Luiz Eduardo da Costa, joguei basquetebol nas equipes de base no Volkswagen Clube com a profa. Thelma. Apos parar por lesao grave no joelho, sempre acompanho a Thelma, junto com minha mulher e meus filhos e sinceramente, nao vejo ninguem com a capacidade dela.

Sempre cobrando os movimentos corretos do fundamento, posicionamento na defesa e no ataque, postura como atleta e como cidadao, nos valores morais e educativos de seus jogadores.

Se queremos organizar e procurar jogadores , na base, com condicoes de "virar" jogador quando adulto, a Thelma eh a melhor nao soh aqui de sao paulo, como do brasil e sei de muitos tecnicos do exterior , inclusive dos eua, que a reconhecem como unica capacitada para formacao de jogadores de basquetebol.
Tambem acredito ser necessario total reformulacao administrativa e tecnica da FPF, pois todo ano, desde antes que eu jogava, o campeonato eh sempre o mesmo.
Me desculpem seus , suas leitoras (es) mas tipico "papai e mamae".

Eh necessario sim, termos a melhor qualidade tecnica, mas se nao mudarmos radicalmente a organizao, principalmente na Federacao Paulista, ficaremos onde estamos.

Agradeco a atencao.

Luiz Eduardo.

Peco-lhe, Fabio uma reflexao sobre os dois assuntos.

Novamente obrigado.

Anônimo disse...

Luis Eduardo, souy o anonimo que cobra mudanças na base, concordo com vc, tecnica e taticamente, Thelma Tabernari e o melhor nome do Brasil, ela seria um nome excelente para coordenar um trabalho deste, a mais uma pessoa no RJ chama-se Paulo Murilo mas ai e pedir demais a CBB que e o orgão que deveria cuidar desta restruturação.

Anônimo disse...

PROJETO RIO 2016, Telma Tavernari e Paulo Murilo fazendo um bom trabalho de base... Vai sobrar jogadores, podem ter certeza!!!

Bruno disse...

Não se esqueçam da GRANDE Norma Pinto de Oliveira ou simplesmente a "Norminha", Faço E.F., tenho aula com ela e se o pensamento de vocês é disciplina eu não conheço ninguem melhor que ela, seja essa disciplina dentro ou fora de quadra!!!!!
Prescisamos de pessoas com vontade de mudar e inovadoras em relação ao basquete brasileiro, por isso vejo essa analíse feita pelo Duró como perfeita pois resumindo o que ele disse é isso: não fazemos milagre, portanto deem tempo ao tempo!!!!!
Calma!!!!!!
Abraçs

Anônimo disse...

Não se esqueçam da GRANDE Norma Pinto de Oliveira ou simplesmente a "Norminha", Faço E.F., tenho aula com ela e se o pensamento de vocês é disciplina eu não conheço ninguem melhor que ela, seja essa disciplina dentro ou fora de quadra!!!!!
Prescisamos de pessoas com vontade de mudar e inovadoras em relação ao basquete brasileiro, por isso vejo essa analíse feita pelo Duró como perfeita pois resumindo o que ele disse é isso: não fazemos milagre, portanto deem tempo ao tempo!!!!!
Calma!!!!!!
Abraçs

Anônimo disse...

Concordo com vcs que pediram Telma Taverani e Paulo Murilo. Aqui na europa, muita gente ligada ao basquete e que acompanha o basquete brasileiro, pergunta porque eles não estão com a base brasileira. O " problema " deles é ter carater e ambos almejarem o melhor ao BASQUETE BRASILEIRO e não a si próprio ou a terceiros.Sendo assim,numa gestão como essa e a anterior eles não terão espaço nunca, pois possuem quatro "defeitos cruciais": ESTUDO; VALOR MORAL , ETICA E RESPONABILIDADE SOCIAL.Uma pena , pois quem sai perdendo é o basquete brasileiro.Enquanto isso vamos nos conformando com as fotos de Leandrinho e seus amigos jantando fora depois da eliminação e as entrevistas monstruosas de Iziane Castro servindo de exemplo e de "salvadora da patria" e achando isso muito natural.
Acredito que enquanto a CBB for essa "ação entre amigos " vergonhosa, nada irá mudar, o resultado pode até melhorar devido a qualidade individual e doação de alguns atletas como Splitter, Huertas e Helen Luz, mas o problema sempre existirá até que se corte o mal pela raiz.

Ana

Anônimo disse...

Pois é, o verdadeiro trabalho do Magnano começa agora, precisamos trazer jogadores novos para a seleção... Uma coisa que o mundial deixou claro: é Utopia achar que qualquer seleção vá disputar a competição que for completa. É preciso ter uns 25 jogadores em condições de jogar pela seleção. É claro que existem jogadores que são insubstituíveis mas é preciso opções melhores que JP e Nezinho. A Argentina, por exemplo, não teve o Ginobili - que é um monstro - mas teve o bom jogador Delfino além de jogadores comuns mas que conseguem cumprir uma função (Quinteros e Leo Gutierrez). Já os citados do Brasil não servem nem para atrapalhar...

Anônimo disse...

Pois é, o verdadeiro trabalho do Magnano começa agora, precisamos trazer jogadores novos para a seleção... Uma coisa que o mundial deixou claro: é Utopia achar que qualquer seleção vá disputar a competição que for completa. É preciso ter uns 25 jogadores em condições de jogar pela seleção. É claro que existem jogadores que são insubstituíveis mas é preciso opções melhores que JP e Nezinho. A Argentina, por exemplo, não teve o Ginobili - que é um monstro - mas teve o bom jogador Delfino além de jogadores comuns mas que conseguem cumprir uma função (Quinteros e Leo Gutierrez). Já os citados do Brasil não servem nem para atrapalhar...

fábio balassiano disse...

fala, luiz, tudo bom?
conheço a thelma, e ela é realmente excelente.
os bons nomes da base são praticamente marginalizados da cbb, e isso é uma pena.
mila, thelma, etc., etc. ...

abs, fábio

Anônimo disse...

Essas pessoas sao bons nomes porque voce querem. Todos aqui citados tem que ser contrtados pela CBB e se nao forem eles estao errados e voces estao certos e isso??
Para mim isso que voces estao falando e ridiculo!!!Deixem as pessoas trabalharem e depois cobrem. Brasil classificado para os dois mundiais do ano que vem na Base. temos um sub 15 daqui a pouco. Porque nao esperamos e reconhecemos as coisas boas que estao sendo feitas pela base??
porque e mais facil meter o pau e tentar ser polemico com esse bloguinho aqui ne?
Paulo

Anônimo disse...

Paulo,
Ninguem torce contra o que esta sendo feito, o que ha de bom esperemos que continue, mas sabemos que ha muito para melhorar.
Como estao as coisas no Palmeiras?

Fábio Carvalho disse...

Seria fantástico o Duró trabalhando mais atentamente na base. O Moncho outro dia o elogiou bastante. Seria uma conexão direta com o Magnano na principal, vendo de perto a evolução dos principais jogadores. Dane-se se ele é argentino ou sérvio. Além disso, não é uma única pessoa que forma a base de uma nação inteira. Duró, assim como todos os nomes supracitados são fundamentais para isso. Para tanto, acho fundamental que o Duró e demais técnicos rodassem mais o Brasil, realizassem clínicas de norte a sul. Não podemos avançar muito na base do "paulistocentrismo". Com cuidado, nada contra SP, o que não podemos é deixa de garimpar talentos e desenvolver o esporte no país como um todo.
Resumindo: só com um grande trabalho em conjunto conseguiremos alguma evolução relevante. A palavra-chave é a BASE.
Abraço!

raul d'avila disse...

Se precisa trabalho de base sério? Sim.
Quem vai fazer? Quem vai programar?
Qual a base do trabalho? Quem define?
Quem executa? Qual a a meta, o objetivo, o que se pretende?
Tudo isto tem de ser definido, não com base em uma entrevista de um auxiliar técnico, mas pela diretoria da CBB, que deve consultar técnicos, clubes, chamar a federações estaduais, tudo com simplicidade e objetividade.
Depois de definir, consultar os interessados, escolher os executores e por o plano em prática.
Motivar, divulgar, uniformizar e trabalhar.
Tudo isto tem de ser feito em no máximo três meses, que é o tempo suficiente para se chegar a um plano, que então precisa ser seguido como questão de "Estado", não de governo, digo gestão.

raul d'avila disse...

Tem mais, sou paranaense, moro no Paraná. Acredito que o Brasil somente terá m basquete ao nível mundial, quando outros Estados estiverem no estágio em que São Paulo se encontra hoje, ou próximo disso.
Estamos discutindo SELEÇÃO DE BASE, quando se deveria discutir a BASE DA SELEÇÃO, a formação nos colégios e clubes, pois é daí que saem os jogadores que vão servir ao esporte no País.
Todo o trabalho que citei acima é para formar jogadores, fundamentados competitivos, com algum grau de leitura do jogo. Bom físico, visão, trabalho de bola, versáteis, não 25, mas pelo menos 25 por Estado,fora de São Paulo, que já tem contribuído com a sua quota.
Criar as seleções, duas ou três por unidade da federação. Levá-los a jogar, ir para acampamentos de alto nível e dali tirar os atletas, melhores, para técnicos melhorados.
Penso assim.

Anônimo disse...

Para com isso!Se a mila é uma das que formam atletas deixem ela continuar formando!Não adianta colocar ela na CBB porque aí só vai continuar fazendo oq os outros estáo fazendo. Na CBB não é necessário técnicos com tanto gabarito, mas sim nos clubes, onde realmente se formam esses atletas.Mas no Brasil é assim, quando o cara começa a dar resultados em um setor ele é promovido a um outro totalmente novo e diferente daquele que ele vinha fazendo bem feito. Aí seu trabalho que anteriormente era bem feito passa a ser administrado por um outro incompetente qualquer, que trabalha por menos!
Leigo

raul d'avila disse...

Leigo,não sei se voce assinou assim, ou citou leigos. Não é o caso.
Exatamente: quem forma, tem que continuar formando e melhor ainda. Tem que ser incentivado. Nomes, não são o que importam, o que importa é o sistema, a mecânica, a vontade de crescer e melhorar e planejar com honestidade. Uniformizar o trabalho e conferir resultados. Como se faz nas empresas. Nelas (as empresas) é o lucro o resultado financeiro. No esporte a busca por resultados técnicos e não somente títulos vazios. Claro que títulos são bons também e medem o desenvovimento do trabalho.

Chizu disse...

O Fernando Duró não falou nenhuma novidade. Muita gente vem falando isso. O que falta é a CBB arregaçar as mangas e começar a trabalhar sério nisso.

Carlos Alex Soares disse...

Manda o Duró de volta para a Argentina. Já se perguntaram por que ele não estava em nenhum clube por lá? Vai querer chegar aqui e mandar na base do Brasil? Mourinho, técnico de futebol, pensa como eu (álias, eu venho dizendo isso há meses): seleção nacional é para ser dirigida por técnicos de seus países. O que ele não fez na Turquia, eu sei fazer. O que precisa ser feito, esta nos comentários anteriores ao meu. Base, base, base! E eu acrescento que seleção brasileira, mesmo as de base, é só a confirmação da filosofia de jogo do país. qual a nossa filosofia de jogo?

Temos Walter Roese, formado num dos grandes clubes do Brasil e hoje trabalhando com a filosofia americana: fundamento, conhecimento do jogo. Temos Hélio Rubens. Flávio Davis. Marcos Aga. Paulo Murilo ávido por passar o que aprendeu/ensinou em 50 anos de basquete. Temos Telma Tavernari. Marcel querendo ensinar.
Enio Vecchi, didático. Temos vários técnicos qualificados que a CBB deveria contratar, dois ou três por estado, e colocá-los a estudar, a debater, por dois ou três meses e permanentemente por EaD, e largá-los pelo interior dos estados formando novos técnicos, orientando. Mas aí falamos em dar nossa categoria de base para Magnano/Duró. Não dá. É cruel demais!

Minha sugestão a CBB: dê duas passagens para Magnano e Duró. Para a Argentina. Só de ida. E invista no Brasil, nos que fazem o basquete andar aqui. Hélio Rubens em 2002 (8 anos atrás!) ficou em oitavo, tendo 6 atletas do atual elenco - eu pelo menos espero que um técnico consiga pegar um jogador de seleção, 8 anos mais experiente, e fazê-lo jogar melhor. Magnano não fez isso.

Anônimo disse...

Concordo com ele em gênero, número e grau.

Anônimo disse...

Ele tem toda a razão!

Anônimo disse...

THELMA, VCS DEVEM ESTAR BRINCANDO. tEM QUE TER CARÁTER PARA TRABALHAR COM BASQUETE!

Anônimo disse...

Que mundo vive este Carlos Alex? Deve ser de algum fim de mundo que não passa basquete na TV.

Anônimo disse...

O trabalho com a base deve ser mais valorizado.
No mesmo período que estava ocorrendo o mundial da Turquia, estava acontecendo um campeonato brasileiro de base sub15- 2 divisão.
Campeonato esse com uma tabela mais baixa do que a outra 10cm durante todos os jogos da competição. No regulamento dizia a obrigatóriedade de marcação da defesa individual e várias equipes marcando zona 3-2, 7 equipes(mínimo de 80 pessoas) alojadas em um local com 6 sanitários e 8 chuveiros durante 5 dias.

E nada foi resolvido durante td competição...e a base contiua sendo tratada dessa forma. Em um campenato brasileiro de base!!
Fica dificil mudar essa realidade com os futuros atletas de seleção sendo tratados dessa forma.