sábado, 12 de março de 2011

Para ficar atento

A FIBA avalia neste fim de semana em Lyon (França) se dará (ou não) uma vaga automática às seleções de basquete do Reino Unido nas Olimpíadas de 2012, que será disputada em Londres. A dúvida dos dirigentes atende pelo quesito "competitividade".

A FIBA teme que os britânicos, sem tradição alguma no basquete, paguem mico em casa e que outro país com ótimos trabalhos na modalidade acabe ficando de fora por conta dessa vaga automática. De cara, a medida da não inclusão dos donos da casa não deve afetar ao Brasil, mas é bom ficar de olho. Os Jogos de 2016 serão por aqui, e por mais que a seleção seja tricampeã mundial e quatro vezes medalhista olímpica, os últimos resultados do time masculino foram pífios (em Olimpíada então nem se fala). Por isso, mais do que nunca uma vaga conquistada nos Jogos de Londres via Pré-Olímpico de Mar del Plata valerá muito.

Valerá, na verdade, duas vagas em uma. Carimbando o passaporte para 2012, o Brasil garante presença também na competição que será realizada no Rio de Janeiro e dá a Rubén Magnano e aos dirigentes da CBB chance de planejar com muita antecedência (e sem pressão) o que será feito até lá.

6 comentários:

Paulo M. F. disse...

Não creio que a FIBA vá concretizar a ameaça de não conceder uma vaga direta ao país sede das Olimpíadas (seja a de Londres em 2012, seja a do Rio em 2016). Tudo não passa de um jogo de cena visando pressionar e constranger o COI a aumentar o número de vagas nos torneios de basquete, principalmente no masculino. O pleito é antigo e justo e já devia ter sido atendido, pois o basquete é o 2º esporte mais popular no mundo e, via de consequência, é dos mais competitivos (só perde mesmo para o futebol). O Brasil, aliás, é um dos grandes prejudicados com isso, eis que se é verdade que há tempos não conseguimos montar uma excelente equipe, sempre tivemos time suficiente para ao menos disputar as Olimpíadas. Com poucas vagas, a FIBA acaba privilegiando as seleções européias, que controlam a entidade. Basta ver a criação desse pré-olímpico mundial, que atende aos interesses dos países europeus e é a eles direcionado (duvido que algum time que não seja da Europa consiga arrancar alguma vaga nele). Mas, em todo caso, se a FIBA por algum disparate resolver não conceder a vaga ao país sede da Olimpíadas, será o cúmulo do absurdo, será como proibir o dono e patrocinador do churrasco de comer a picanha. O fato de o basquete não ter grande difusão na Grã-Bretanha é na verdade um forte motivo para conceder-se a vaga aos bretões, com vistas a ajudar a difundir o esporte que termina, mas não acaba, na terra da Rainha, que reina, mas não governa....

Baralhão disse...

A comparação não é pertinente, Bala. A seleção brasileira dificilmente perde por placares elásticos e humilhantes. Já o basquete britânico é praticamente inexistente.

Anônimo disse...

Bala,
Acredito que seja besteira isso que voce esta falando. Nao existe como comparar reino unido e Brasil.
Sinto muito, mas essa foi uma bola fora sua!
Abraço

Anônimo disse...

Não há a menor possibilidade de tirarem o brasil de 2016. Queiram ou não o brasil ainda é competitivo quando joga contra as maiores equipes.

O temor q tinham sobre o Reino Unido era porque nem time tinham, por isso a pressão para se desenvolverem.

Tomás Castagna

marcelo marques disse...

Luol Deng,Robert Archibald,mensah bonsu,kieron achara

fora mtos q jogam em univ americanas

existem seleções mt piores q o reino unido

marcelo marques disse...

e esqueci o ben gordon tb