"Não dá para parabenizar time que ficou em 9º. Só faltava essa. Não vou cair nessa armadilha. Não dá também para criticar, quer dizer, tenho divergências sobre algumas coisas técnicas, mas depois de muitos anos começou a se fazer as coisas certas no brasquete brasileiro. O maior serviço para o basquete brasileiro foi o Carlos Nunes aprovar uma reeleição só""Agora, o resultado, mesmo, foi ruim. Tivemos quatro jogos parelhos e perdemos três. A Argentina é um dos melhores times dos últimos anos, mas você não pode deixar o Scola fazer 10 pontos em três minutos".
"A gente não podia ter deixado o jogo ser decidido no final, porque hoje em dia não conseguimos ganhar jogo no fim. Ninguém vai meter uma bola no fim? Falta colhão. O único acostumado a meter bola no fim é o Marcelinho, mas botaram ele para jogar a conta-gotas”.
"Basquete brasileiro precisa de um definidor. Jogadores jogam 37 minutos. Homens, jogam os três minutos finais. Veja o jogo da Sérvia, ontem. O menino (Teodosic), faltando três segundos, meteu a bola de lá da PQP. E pá, caixa. Ele chuta para meter. É essa atitude que eu admiro. Sérvia é o time que mais produz jogadores com culhão”.

"O Magnano tá implantando o jogo dele. Agora, duvido que ele ia me tirar de quadra. Porque se me der 20 minutos, eu faço 20 pontos. Comigo era garantia de um ponto por minuto. Pelo menos. Se não me colocar em quadra, na segunda vez eu não faço parte do time. Se na primeira seleção eu ficasse sentadinho, não voltaria na próxima. Esse é o mau do jogador-estrela (risos). Eu era, claro. Sempre carreguei meus times nas costas, com a confiança indiscriminada dos meus companheiros e treinadores”.
As declarações são de Oscar, em entrevista ao UOL. Ele está na Turquia para entrar no Hall da Fama da FIBA no domingo.





































