Terminou o prazo para a CBB responder às questões levantadas por este blogueiro aqui. Como havia prometido a vocês, a partir de amanhã divulgo as perguntas. As respostas? Infelizmente vou ficar devendo, porque o presidente da CBB não quis sanar as dúvidas não deste veículo de comunicação, mas de toda a turma do basquete que merece ser informada a respeito dos rumos da modalidade.Meus sinceros agradecimentos também à assessoria de imprensa da entidade, que prestou um serviço de primeira ao não responder a nenhum dos meus cinco emails.
Para uma entidade que é gerida por dinheiro público e para um presidente que pregou transparência na eleição de menos de dois anos atrás, é um baita retrocesso. Mas não surpreende em nada, surpreende? Para corroborar com isso tudo, cito o ótimo artigo do excelente José Cruz em seu blog (clique aqui e leia).

















Dos times que ainda resistem no cenário do basquete feminino brasileiro, sempre me chamou a atenção o desempenho de São Caetano (não pelos resultados, mas sim pela filosofia). Comandado pelo competente Borracha, o time do ABC segue a linha de manter um projeto com orçamento baixo mas focado na revelação de talentos (a última da fornada foi a pivô Nádia, que teria disputado o Mundial caso não tivesse se lesionado). Neste ano, como que dando um tapa de luva de pelica na incompetência gerencial da CBB, ainda contratou as jovens pivôs Leidilândia (a Leidi - na foto) e Mônica, formadas por Osasco.




















