"O basquete brasileiro começou a viver um cenário de muita divergência a partir de 2005, quando as dificuldades financeiras motivaram uma divisão política que representou um grande retrocesso no desenvolvimento da modalidade. Algumas iniciativas foram tomadas, mas nada foi ficando de um ano para o outro. A divisão de forças mostrou que só com união e diálogo poderia ser construído algo sólido para o basquete. Acredito que partir de 2009 com realização da LNB, campeonato nacional com todos os clubes e o aval da CBB, possamos reencontrar o caminho do desenvolvimento""Com relação à seleção brasileira, todo trabalho realizado passou a ser julgado exclusivamente a partir da conquista da vaga olímpica. No cenário atual do basquete mundial, a classificação de apenas 12 países para a Olimpíada claramente deixa de fora grandes forças da modalidade, que conta com 16 a 18 seleções de alto nível em todo mundo. (...) O fator da não classificação do Brasil é o fato de ter muitos países fortes, e o Brasil é um deles, para poucas vagas".
As declarações são de Lula Ferreira, ex-técnico da seleção brasileira masculina, em boa entrevista ao site Sportmania.




























